Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos.
Deuteronômio 7:9
A lealdade de Deus não é um sentimento passageiro, é parte da sua própria identidade. O texto não diz apenas que ele é leal às vezes, diz que ele é o Deus fiel, como se essa palavra descrevesse a essência de quem ele é. E essa fidelidade não se mede em dias ou anos, mas em mil gerações, um horizonte tão amplo que nenhuma falha humana consegue alcançar o fim dele.
Contudo, não afastarei dele o meu amor leal; jamais desistirei da minha fidelidade. Não violarei a minha aliança nem modificarei as promessas dos meus lábios.
Salmos 89:33-34
Esse trecho vem logo depois de Deus falar sobre disciplinar quem se afasta dele, e ainda assim ele garante que sua lealdade permanece intacta. Correção não é o mesmo que abandono. Deus pode confrontar, ensinar, permitir consequências, mas o texto é categórico: a aliança não será violada, a palavra dada não será modificada. A lealdade divina resiste até aos momentos em que humanamente esperaríamos que ela cedesse.
Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar a si mesmo.
2 Timóteo 2:13
Aqui está a afirmação mais direta de todas: mesmo quando falhamos, Deus continua leal. Essa fidelidade não depende do nosso desempenho, porque ela não nasce de nós, nasce dele. Ele não pode negar a si mesmo, e como a lealdade é parte de quem ele é, nossa infidelidade não tem poder de mudar a natureza dele.
Do deserto à aliança renovada, da correção à constância, até a certeza que atravessa nossas próprias falhas: essa é a lealdade de Deus, firme não por causa de quem somos, mas por causa de quem ele sempre foi e sempre será.
Fonte: https://www.bibliaon.com/